Eleições na UnB têm baixa participação

 

Greve, manifestações e insegurança jurídica acerca da paridade dos votos resultaram em uma das eleições mais vazias da história da Universidade de Brasília (UnB). De acordo com o jornal Correio Braziliense, nos dois dias de votação, apenas 8,7 mil pessoas dos 39 mil eleitores em potencial foram às urnas, o equivalente a 22%. Pelas estimativas da Comissão Organizadora da Consulta (COC), votaram 1.689 professores (73% do total), 1.472 servidores (54%) e 5.548 alunos de graduação e pós (16,5% do total). O resultado do processo para a escolha do novo reitor da UnB será divulgado hoje, às 17h.

Os dois candidatos que vencerem o primeiro turno (caso ninguém atinja mais de 50% dos votos válidos) disputarão um segundo, nos dias 11 e 12 de setembro. No dia 14, de posse dos resultados da consulta, o Conselho Universitário (Consuni), cuja composição é de 70% de professores, 15% de servidores e 15% de alunos, decidirá os três nomes que estarão na lista a ser enviada à Presidência da República. O próximo reitor da UnB será escolhido pela presidente Dilma Rousseff.

Nesta quinta-feira, o reitor José Geraldo de Sousa Junior enviou ao Ministério Público do Distrito Federal resposta ao documento que pedia esclarecimentos sobre a consulta. O documento enviado pela UnB reafirma e explica a legalidade do processo. Embora a decisão final sobre a paridade da consulta esteja sob análise da Justiça, a última decisão do processo aberto pela ADUnB reconhece que a consulta obedece fielmente à lei.

 

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